27 de mar de 2017

Blog Tabuleiro Ambulante

De norte a sul do Brasil em Londres, por que não?


É inevitável e todo mundo que já morou fora sabe, é só estar fora do seu “casulo” que a nostalgia domina. A gente até esquece as coisas ruins, só pensa no quanto a musica é boa, o clima é maravilhoso, o povo é alegre. Eu como boa baiana, sempre puxava a sardinha para o meu estado. Meu marido costuma dizer que quando me conheceu, mesmo com meu inglês limitadíssimo, a única coisa que eu deixava claro no meu discurso era: porque eu sou baiana.. minha Bahia é tudo de bom, não há nada igual, etc. Minha fala era quase chauvinista, irracional… enfim, o tempo passa e com ele vem um pouco mais de maturidade…ainda bem! Londres não abriu apenas minha cabeça para o mundo, ela também me trouxe um outro olhar muito mais atento para o meu próprio país. Tanta diversidade entre um estado e outro, comportamentos, hábitos, tradições, ritmos, danças, mas ao mesmo tempo tudo misturado em uma nação só. Hoje meu discurso é bem diferente de quando meu marido me conheceu, viva a Londres!!
E foi lá na Terra Imperial que eu descobri o trabalho de um artista plástico brasileiro (mas que tem um publico internacional muito grande com obras espalhadas pelo mundo todo) que tocou minha alma. Uma amiga de Florianópolis um dia me comentou: “você fala tanto que gosta de arte, precisa conhecer o trabalho de um amigo lá da minha terra”. Ela me mostrou duas obras dele que tinha em casa, amei de primeira, cores lindas um trabalho tão original e vibrante, mas quando ela me contou que ele era autodidata e já tinha sido pescador ai eu me encantei e sai pesquisando tudinho. O nome dele é Elias Andrade, conhecido como Índio, nascido e criado em Sambaqui, na ilha de Santa Catarina onde vive até hoje e busca suas inspirações em uma vida simples, rodeada pela natureza e com muita consciência social e ambiental. Da gosto de ler as entrevistas sobre ele e ver o quanto ele se empenha em levar arte para o povo, em se manifestar em defesa da natureza, ele é literalmente um artista do povo fazendo e levando arte para o povo.

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Eco Art incentivando alunos.

Doação da Eco Art, parceria com o Continental Park Shopping para a creche NEI Maria Salomé.dos Santos, nossa parteira  do bairro, inclusive minha. — com Thereza Christina Santos, coordenadora pedagógica do NEI .


Projeto de restauração da Casa Velha.

 
Menor que meus sonhos não posso ser. Lindolf Bell. Inspirado no nosso poeta mor, procurei o melhor de todos os arquitetos para o meu sonho, Roberto Rita. E, meu sonho foi abraçado, agora, com a planta em mãos conto com mais e  mais parceiros para continuar realizando o sonho de fazer da casa que nasci um atelier .Obrigado meu amigo Roberto Rita, poderoso arquiteto e escultor.
 
 
Projeto Roberto Rita.   

 
Micunfa São Francisco, escultura de Roberto Rita com pintura Elias Andrade.

7 de nov de 2016

Ciclistas de Sambaqui qeu inspiram arte

Ciclistas percorrem trilha em nosso Sambaqui, Florianópolis.
 
 
                                                 
                                                      Elias Andrade
                                                   Ciclistas  1.00/1.30
 

9 de mai de 2016

Medalha e Diploma Francisco Dias Velho 2016

 
 
 
Sentindo-me orgulhoso com a maior homenagem da Câmara Municipal de Florianópolis, a  Medalha e Diploma Francisco Dias Velho  destinada como demonstração de reconhecimento do povo de Florianópolis ao cidadão florianopolitano, que contribuem notavelmente à comunidade, Estado e País, nas artes, letras e ciências, quer nas armas com defesa da Pátria, ou ainda na política em prol do seu patrimônio jurídico, econômico e social.
 
 
 
Medalha e Diploma Francisco Dias Velho de Elias Andrade, 2016.

 
Fico muito agradecido pela indicação do vereador Dinho Rosa.
 
 

 
Sambaqui sendo homenageado na Câmara Municipal de Florianópolis. Guto Mattos e nosso historiador, Sérgio Ferreira.

 

1 de fev de 2016

Montagem da Exposição FORTE 2016

 
 

 
 

 
Roberto Rita, Elias Andrade e Carlos Cunha
 
 

 
 
 

 
Cris, Rogéria do Projeto Fortalezas da UFSC 
 
 

 
Micunfa, escultura de Roberto Rita com interação de Elias Andrade.
 
 

 
Máscaras de talos de palmeiras de Carlos Cunha.
 
 

 
 
 

 
 
 
Quadro Os Peixes, de Elias Andrade.
 
 

 
É que São José da Ponta Grossa nos proteja!!